"A reputação é a personalidade de alguém menos aquilo que foi apanhado fazendo."
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
Dez dicas para usar bem a geladeira e economizar energia
O insubstituível aparelho que conserva nossos alimentos – é a vice-campeã do consumo de energia de uma casa, com uma média que varia de 25 a 30% da conta no final do mês. Ela só perde para o chuveiro.
Sabe aquela mania que todos nós alguns de nós têm, de ficar com a porta aberta olhando o que tem dentro e pensando na vida? Pois é, sinal vermelho. Práticas comuns como esta são vilãs do desperdício. Confira algumas dicas e veja que economizar não é tão difícil assim:
1. O local
Coloque-a em local ventilado, afastada de paredes, fora do alcance dos raios solares e distante de fogões e estufas. O calor faz com que o equipamento consuma mais energia no resfriamento.
2. Circulação interna
Não forre as prateleiras da geladeira com vidros ou plásticos, pois isso dificulta a circulação interna de ar.
3. Organização
Arrume os alimentos de forma que você possa encontrá-los rapidamente, assim a porta ficará menos tempo aberta e gastará menos energia. Se conseguir, evite abri-la sem necessidade – isso já ajuda bastante a reduzir o consumo de energia.
4. Férias para ela
Quando se ausentar de casa por um tempo prolongado, o ideal é esvaziá-la e desligá-la.
5. Limpinha
Descongele o aparelho regularmente para fazer uma boa limpeza interna e retirar o excesso de gelo, que também “força” o aparelho.
6. Paciência
Evite colocar alimentos quentes. O ideal é esperar esfriar um pouco para guardá-los.
7. Manutenção
Verifique se as borrachas de vedação estão em bom estado e observe as recomedações do fabricante.
8. Equilíbrio
Quando o tempo está mais friozinho, a temperatura interna do refrigerador não precisa ser tão baixa quanto no verão. Por isso, regule o termostato.
9. Boa escolha
Na hora de comprar eletrodomésticos (geladeira, freezer, máquina de lavar), prefira modelos que levam o Selo Procel, concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia, do Ministério de Minas e Energia em parceria com o Inmetro. Ele indica os aparelhos com os melhores níveis de economia de energia.
10. Não é varal
Secar roupa atrás da geladeira não é uma boa ideia quando se quer economizar energia. O consumo do aparelho aumenta, já que, afinal, ele não foi feito exatamente pra isso. Logo, evite.
Para saber mais:
Manual Dicas de Conservação de Energia – PROCEL
Energia, força da vida. De Lúcia Pimental Góes e Eliana Sá. FlyingRivers e Ecoar
Por: Lydia Cintra - Revista Super Interessante/Ideias verdes
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
As Batatas
O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma sacola plástica para a aula.
Durante a aula, ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas
e as colocassem dentro da sacola.
Algumas das sacolas ficaram muito pesadas.
A tarefa consistia em, durante uma semana, levar para todos os lados a sacola com as batatas.
O incômodo de carregar a sacola, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona.
Bem como o fato que, ao colocar a atenção na sacola, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Esta é uma grande metáfora sobre o preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade.
Principalmente quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o estresse e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos ir embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
Vamos lá... jogue fora suas "batatas" e sorria!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Dia do Orgasmo
Hoje, 31 de Julho é o Dia do Orgasmo!! #OMG!!!
Parece estranha a idéia de um dia dedicado ao orgasmo, mas é verdade.
A data comemorativa de hoje é sugestiva, concebida há oito anos por lojas de sex shop da Inglaterra para discutir a sexualidade feminina e esquentar as vendas nesse tipo de estabelecimento, a celebração tinha outra meta na época em que foi criada: diminuir o grau de insatisfação das inglesas em relação ao sexo. Pesquisas locais apontavam que cerca de 80% nas britânicas não atingiam o clímax durante o ato sexual (resumindo: os Ingleses não estavam dando conta kkkkk).
sábado, 12 de maio de 2012
Apenas ame todos
Apenas ame todos que interagem com você, não importa se estão envolvidos com você pessoal ou perifericamente. A eficiência das pessoas que lidam com você ... tudo é orquestrado pelo diretor chamado Lei da Atração. E sua vibração está colocando tudo em movimento. Tudo que afeta você é um reflexo da vibração que você está emitindo.
Passe mais tempo concentrando-se sobre o sonho que sobre a realidade. A realidade dá nascimento ao sonho - mas é no sonho que precisa colocar sua atenção.
Abraham-Hicks
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Umas palavras sobre masturbação

Todo mundo quer saber, algumas tiveram coragem de perguntar. Então não custa nada falar um pouquinho sobre masturbação.
Como qualquer coisa relacionada a sexo, não existem regras. Tudo depende da vontade, da curiosidade, do momento de cada um.
Pra quem não sabe, alguém se masturba quando busca o prazer estimulando, sozinha, o seu próprio corpo. Fazer isso não é errado. Ao contrário: especialistas em sexualidade afirmam que essa é uma boa maneira de conhecer e explorar as possibilidades do nosso corpo. Mas também não é uma obrigação: algumas meninas têm muita curiosidade, já outras podem passar a vida inteira sem ter vontade de experimentar.
Quem se enquadra no primeiro grupo não tem o que temer nem do que se envergonhar. Não existe idade certa pra testar essa sensação. Não significa que você seja suja ou pervertida. Não há riscos para a saúde. Ninguém vai descobrir, só de te olhar, que você já se masturbou alguma vez.
Tanto que você nunca vai saber, só de olhar, quais das suas colegas já se masturbaram. Até porque, como em qualquer situação relacionada a sexo, esse é um assunto íntimo, que não precisa ser compartilhado com ninguém (a menos que você queira).
Aliás, com o início da vida sexual (que pode começar com a masturbação) a gente aprende um monte de coisas: a sentir prazer, a entender o nosso corpo, a satisfazer nossos desejos sem culpa. Mas também a preservar nossa intimidade e a respeitar a opinião das outras pessoas, que podem não pensar como você. Isso vale para todos os assuntos relacionados a sexo.
E, em qualquer deles, a segurança chega aos poucos. Não se assuste nem se force. Faça o que você tem vontade.
Um beijo!
Por Capricho
domingo, 28 de novembro de 2010
O que faz bem e o que faz mal...
Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de ideias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mozarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!
Martha Medeiros
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de ideias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mozarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!
Martha Medeiros
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Desabafo: 2012, chega logo!!!

Não basta dizer que não tem interesse em teorias da conspiração e atributos dos presidenciáveis. Uma enxurrada de informações ou ‘desinformações’ me sufocam. Utilizando os novos adventos da tecnologia ou ainda regionalizando os métodos, minuto a minuto Dilma e Serra – através dos seus militantes – invadem minha casa, meu computador, meu rádio, minha TV...
E eu que achava exagero as pregações de vários líderes religiosos exortando sobre o fim do mundo: “não há como fugir dele”... Pelo menos o fim da minha sanidade esta próximo, diariamente convivo com o pleito de 2012, mas a sensação térmica é que a eleição de 2010 não termina nunca.
Não tenho nenhum representante para exibir publicamente. Minha preferência? Pessoal e intransferível, não ganho para defender ninguém. E sim, esse mundo é capitalista. E ideologia... Continua acreditando.
Mas a minha bronca, o responsável pelo meu mau humor matinal é Serra! O careca com jeito de vampiro, sugou minhas boas vibrações ontem. Durante a manhã recebi em versos e prosa, em formato de cordel um livreto intitulado “O trabalhador e a patroa”. Neste, com rimas pobres, os tucanos em síntese afirmavam que “depois do Lula, vem o Serra”.
Infortúnios e problemas do dia se seguiram e durante a tarde, recebo uma ligação: “Oi, se você pretende votar na Dilma, tem uma coisa muito importante que você precisa saber” (...) E a simpática moça da gravação (como jeito de amiga da gente) discorria sobre Erenice Guerra e Casa Civil.
À noite, o casal nacional, agora apelidados pelos petistas de “casal 45”, entrevistaram Serra. Some-se isso a inserções no rádio e na TV, decisões do TSE e toda sorte de notícias em todos os sites e noticiários.
Hoje, faço o login no twitter e o sorridente presidenciável @joseserra_, me faz uma generosa oferta de informação: “Ontem fui entrevistado pelo @realwbonner e pela Fátima Bernardes no Jornal Nacional. A íntegra aqui: http://bit.ly/cS3btT”. Não, obrigada. Aliás, todos nós somos obrigados a engoli-los e pagar por isso.
Não que a militância petista e seu fervor que às vezes beira o fanatismo não me cause desconforto e me empurre para um ataque de nervos. Mas hoje, perdoe-me Marina e toda ala ambientalista, mas o primeiro tucano que vier piar no meu ouvido torço o pescoço sem dó nem piedade. E que ninguém se iluda: Tou apagando estrelas também!
Por Lais Trindade.
( Lalay adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii rsrsrsr + espero que vc mate mais tucanos do que apague estrelas... rsrsrs )
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Fiel ao seu desejo

(foto/Stella Florence)
Ele nunca foi fiel e ela sempre soube. Ao arrumar as malas do marido para uma viagem qualquer, ela coloca camisinhas na mala: exatamente um pacote com não mais de três preservativos. Ela incentiva o cuidado num sexo fortuito, não a bandalheira de um caso fixo. Sim, até essa mulher tem seus limites.
Ele espera dela a fidelidade de cão cuja potência para perdoar é infinita e, em compensação (se é que existe uma), a cobre de mimos e carinhos. Já ela, apesar de saber e conviver com o vai-e-vem de casos desimportantes na vida do seu homem, insiste em não ir embora. Por quê?
Há algum tempo (quando eu era mais radical quanto ao que é certo e errado no jogo amoroso), eu julgaria o comportamento dessa mulher como sendo de uma submissão repugnante ou até consideraria haver algum jogo de interesses no seu casamento. Hoje, eu ousaria dizer que o motivo de ela continuar ao lado desse homem e de se manter fiel a ele (mesmo não tendo reciprocidade) é tão simples que passa despercebido: essa mulher deseja ser fiel. Eis tudo.
Ser fiel porque o outro é, ser fiel porque sua religião diz ser o certo ou porque não se quer violar alguma cláusula contratual é fazer barganha com valores fundamentais. Suponhamos que essa mulher dissesse ao marido: “Eu serei fiel desde que você seja também. Se eu descobrir que você me traiu, eu sairei com o primeiro que aparecer”. Nesse caso, o desejo dela, um desejo legítimo e natural de se relacionar apenas com seu homem, seria violentado. E violentado por ela mesma!
Perdi a conta das mulheres com quem conversei que me disseram terem traído o namorado ou o marido por vingança, não por desejo. Com uma delas tive a seguinte conversa:
– Eu não queria me sentir uma idiota, por isso dei o troco saindo com um colega de trabalho. Ele vivia dando em cima de mim e eu aproveitei para me vingar.
– E como foi transar com esse outro homem? Acabou sendo uma experiência boa?
– Não, eu me senti supermal! Fiz força para não chorar na hora, mas depois fui tomar banho e desabei. Foi horrível!
Fidelidade não pode ser uma negociação ou uma condição que existe desde que o outro também a cumpra. Fidelidade é uma opção pessoal e intransferível. Dói conviver com um desequilíbrio de intenções? Com um homem que você sabe que te trai? Muito! Doeria menos violar seu desejo para ficar no mesmo nível dele?
Essa mulher que coloca camisinhas na mala do marido me diz com um sorriso incrivelmente tranquilo: “Os sábados dele são meus, sempre meus, entende?”.
Entendo. Entendo e me calo. Eis uma mulher fiel ao seu desejo de ser fiel.
Por Stella Florence
terça-feira, 24 de agosto de 2010
E agora, José?! (ou Canção do dia “pra sempre”)

E agora, José?
A festa acabou,
a Dilma ganhou
o Índio sumiu,
a Globo mudou..
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem graça,
que zomba da massa,
você que fez plágio
que amou o pedágio
e agora, José?
Está sem “migué”
está sem discurso,
está sem caminho..
não pode beber,
não pode fumar,
cuspir não se pode,
nem mesmo blogar?
a noite esfriou,
o farol apagou
o voto não veio,
o pobre não veio,
o rico não veio..
não veio a utopia
não veio o João
tão pouco a Maria
e tudo acabou
o Diogo fugiu
o Bornhausen mofou,
e agora, José
E agora, José ?
Sua outra palavra,
seu instante de Lula:
careca de barba!
sua gula e jejum,
sua favela dourada
sua “São-Paulo de ouro”
seu telhado de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora ?
com a chave na mão
quer abrir qualquer porta,
não existe porta;
o navio afundou
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
nem Rio, Bahia, Sergipe, Goiás..
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa da despedida
e a Miriam tirasse…
se você dormisse,
se você cansasse,
como o leitor do Noblat
se você “morresse”
Mas você não morre,
você é vaso “duro”, José !
E sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem megalomania
Sem Folha, O Globo, Estadão, o Dia..
sem Cantanhede
para se encostar,
sem o cheiro da massa
pra você respirar..
e sem cavalo grego
que fuja a galope,
sem o Ali Babá
pra lhe arranjar algum golpe,
você marcha, José !
José, pra onde?
pra sempre?
E agora, José?
Se quando a festa acabou, o povo falou
que sem você, podia muito mais..
Então, nesse caso: Até nunca mais, José!
ps: O Dia foi só pra compor a rima.
Por Adilson Filho (Conversa Afiada/ Poulo Henrique Amorim)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A Mulher e o Banheiro

O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: "Nunca, nunca sente em um banheiro público".
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.
Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados. É sempre assim.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo. Você entra e percebe que o trinco não funciona. Ele nunca funciona. Você então pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.
O chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais não usa, mas que guarda porque nunca se sabe.
Mas, voltando à porta... Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
* Alívio... AAhhhhhh... Finalmente! *
Nessa hora os músculos começam a tremer. Você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas.
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu! O rolo está vazio. Isso sempre acontece.
Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção.
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la novamente (nisso, nós mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia.
Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo.
É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas.
A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali". Nessa hora você está exausta.
Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça! Então, vai a pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão.
Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água. O secador? Você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Finalmente você sai do inferno. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra! Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?" — pergunta o idiota.
Você se limita a responder: "A fila estava enorme"
E esta é a razão porque as mulheres vão ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.
Por Viviane Kamagian
Pais e educadores: Todos no mesmo barco
A criança depende dessas duas referências para formar sua visão crítica do mundo. Por isso, elas precisam estar em sintonia.
Pais e educadores trabalham em conjunto. Em sintonia, em harmonia. Como em qualquer equipe, precisam partir dos mesmos princípios e seguir na mesma direção. Como em qualquer empreitada coletiva, devem desempenhar cada um a sua parte, em benefício de um objetivo comum: conduzir as crianças e os jovens a um futuro melhor.
Se remarem no mesmo ritmo, em movimentos que se complementam, pais e educadores vão propiciar ao aluno a estabilidade de que ele necessita para construir sua identidade e formar uma visão crítica do mundo, conquistando sua independência.
Confira, a seguir, de que forma a família e a escola podem contribuir para o pleno desenvolvimento de seus filhos e de seus alunos.
Os pais estão no rumo certo quando...
• Fazem uma boa escolha da escola, com base em critérios consistentes, e com isso se sentem seguros para confiar e apoiar as posições de professores e da direção.
• Cumprem as regras estabelecidas pela escola - não estacionando em fila dupla na saída, por exemplo - e cuidam para que seus filhos façam o mesmo - não permitindo faltas injustificáveis.
• Acompanham a vida escolar dos filhos e colaboram, por meio de conversas, atividades culturais, para enriquecer os conteúdos vistos em aula.
• Ao ouvir do filho uma reclamação, antes de dar razão à criança ou ao professor, procuram a escola para saber o que está acontecendo.
• Dão chance ao filho para superar pelos próprios meios as dificuldades - sejam de aprendizado, sejam de relacionamento -, controlando a ansiedade de resolver os problemas por eles, junto à escola.
• Valorizam o contato com a escola e não se limitam a se comunicar com orientadores e professores por telefone ou por e-mail, mas comparecem às reuniões, contribuindo com questionamentos e sugestões.
A escola está no rumo certo quando...
• É coerente, nos procedimentos e nas atitudes cotidianas, com a proposta pedagógica apresentada aos pais - e que os levou a eleger essa escola para seus filhos.
• Reconhece o aluno como um integrante do processo educativo e lhe dá oportunidade para se manifestar em relação às regras de convivência na comunidade escolar.
• Acolhe os pais agendando entrevistas extras, além das reuniões regulares, para discutir o desempenho dos alunos e orientar os encaminhamentos paralelos, se necessário.
• Abre espaço para pais e alunos colocarem suas queixas e, se for o caso, reconhece e toma medidas corretivas em relação a falhas de avaliação, injustiças ou agressões sofridas pelos alunos por parte de professores e funcionários.
• Integra os pais ao processo de formação, convidando-os a participar de atividades esportivas e culturais, o que propicia o estreitamento das relações família-escola.
• Mantém professores e recursos pedagógicos atualizados, administrando com equilíbrio e bom senso a equação entre aplicações na melhoria do ensino e o custo desse investimento para os pais.
Por Áurea Lopes
quinta-feira, 29 de julho de 2010
A ''mania'' do celular voltou...

(imagem reprodução)
A mania voltou e agora mais ampla, antes eram apenas uns 3 ou 4 secretários que não atendiam o celular da prefeitura de Camaçari, hoje o número aumentou para 8 cargos, são do primeiro escalão, do prefeito Caetano. Hoje resolvi dar nome aos secretários que atendem, inclusive tomando banho, não deixando o aparelho afastado, tem consciência do seu verdadeiro papel como um soldado do governo petista. Para não ser injusto vou começar com a Secretária Efigênia Cardoso, essa merece todas as considerações e meu respeito por ver de perto os reclames do povo e sempre partido para resolve-los dentro da sua pasta, a hora que for. Jailce Andrade, essa é outra que deve servir de exemplo para vários colegas seus. - Ética e comprometida com o governo. Ademar delgado que apesar de ter um cabelo anti-pente, é determinado e transparente, Eduardo Magalhães tem se destacado, mesmo com a secretaria travada e cheia de Malas-sem-alça, o que é pior. Blumetti, esse respeita a imprensa e sabe o verdadeiro valor dos profissionais da área, também, a faculdade dele foi outra... Mas têm alguns que realmente quero pensar que é devido ao grande número de reuniões que os tem deixados longe dos celulares a exemplo de vários assessores que antes não eram assim e que parece que desaprendeu a atender o celular. Paulo César da SEFAZ, esse eu não me lembro de nunca ter conseguido falar pelo telefone da prefeitura. Más como tenho um esquecimento programado que começou a funcionar novamente... O fato é que ta mais do que na hora, de eu aprender a atender as ligações, também, nas horas que me forem convenientes. Tá na hora do prefeito de Camaçari, Caetano que, diga-se de passagem, atende o celular em todas as vezes que eu mesmo liguei, fazer um curso informando a alguns secretários, sub e coordenadores a importância do aparelho ligado e principalmente a qualidade no atendimento à população, que tem caído, nos últimos meses, principalmente nos contatos direto com o público.
Por Jutan Araújo
DRT 5840
jutanaraujo@hotmail.com
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Estatuto da Criança faz 20 anos em meio a muita discussão
“Ninguém quer proibir o pai de ser pai ou a mãe de ser mãe. O que nós queremos é apenas dizer que é possível fazer as coisas de forma diferenciada. É plenamente possível"! A fala, da autoridade maior do Brasil, o presidente Lula, traz atrelado a ela algumas manifestações de apoio, mas também de crítica. É nesse tom que o país comemora os 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)!
Agora virou Projeto de Lei (PL), assinado pelo presidente e enviado ao Congresso Nacional: os pais que baterem nos filhos serão punidos! A ideia do PL é aperfeiçoar o ECA, garantindo ‘o direito da criança e do adolescente de serem educados sem castigos corporais ou tratamento cruel ou degradante’. Perfeito! Mas, e vocês, pai e mãe, o que acham?! Uma paumadinha educa ou estraga a criança? O que é melhor, educar sendo rígido, com um cinturão nas mãos, para impor respeito e castigar por uma má-criação (ops!), ou o diálogo, mesmo mais duro, é a melhor forma de manter os bambinos e bambinas no eixo?
Questionamentos ‘indigestos’, não é mesmo?! Noutro dia um amigo refletia: “Direito do menor e do adolescente – Aniversário da lei essa semana, Ok! Mas, como ficam os crimes que eles cometem, a exemplo do de Eliza Samudio? Algo precisa ser revisto!”. Contestador, não é?! É sabido, claro, que em muitos crimes que há uma criança ou adolescente envolvido tem um adulto por trás. Muito disso por saber que a lei nossa de cada dia acochambra tais delitos cometidos por menores (até a nomenclatura é motivo de polêmica: menor!). Noutros casos, alguns adolescentes envolvidos, o fazem por livre iniciativa.
A preocupação maior está na terminologia ‘adolescente que comete infração’ em vez de ‘menor’? Ou está em estabelecer uma revisão em itens do ECA, principalmente naqueles que versam sobre punições a crimes cometidos por eles? Os direitos das crianças e adolescentes, indiscutivelmente, devem ser preservados, garantidos e postos em prática. Mas, isto não desabona punições legais a estes quando cometem delitos (guardadas as suas devidas proporções).
Como diz, portanto, certo pensador: “o problema todo está na base, na educação...”! A educação de qualidade, oportunidades de expansão de conhecimento, acesso a saúde de qualidade, emprego decente e outras questões básicas para o bem estar social são fundamentais para uma vida social equilibrada, seja para crianças, adolescentes, adultos ou idosos.
Não é para dar uma de antipatriota, mas para ilustrar esse equilíbrio, duas amigas que há alguns anos foram morar, uma na Alemanha e outra em Luxemburgo, ambos países da Europa, não querem mais voltar ao Brasil. Uma até tentou, mas está de passagem de volta, marcada. Não se readaptou. Sabem o que decisivamente influenciou nisto: a violência! Lá elas andam nas ruas sem preocupação, com celulares à mostra, jóias, não têm medo de pegar transporte público (que por sinal dá de mil a zero no nosso) e por aí vai.
Uma pena, mas é real. O que pensar? Voltando a questão dos adolescentes, é pensar uma base para as crianças de hoje, prevenindo dores de cabeça futuras. Proibir os pais de darem palmadas não sei se é a melhor discussão. Viabilizar uma base equilibrada para estes pais educarem bem seus filhos é o melhor caminho. Mas, infelizmente, esse prejuízo vem lá de traz, desde nossa famigerada colonização - não é culpa do Lula e nem tão pouco dos menores que cometem tais infrações, para calar os oportunistas de plantão!
Abri brecha para mais discussão, não foi mesmo?! É, mas isso fica para outro artigo.
Por Carlos Eduardo Freitas (Jornalista/Colunista CFF)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Caetano foi inocentado e a imprensa, que o acusou, se calou

Prefeito Luiz Carlos Caetano (PT)(foto/Marcelo Franco)
Há três anos a Polícia Federal desferiu um suposto ‘golpe’ certeiro na confiabilidade do prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT). Indiciado pela Operação Navalha, que investigava fraudes em licitações públicas, Caetano foi exposto em cenário nacional, algemado, invadido na privacidade de seu lar, fragilizado na sua integridade... A grande mídia alardeou o fato, oposicionistas oportunistas de plantão se embebeceram com o dramalhão, uma verdadeira panfúrdia. Que decepção, agora, para os escarnecedores, para a imprensa marrom e amarelona... O prefeito, depois de uma boa dose de morosidade da Justiça nossa de cada dia, foi inocentado das acusações.
O novo episódio foi tão alardeando pela grande imprensa quanto a gripe de seu Joãozinho lá de Corrochó – ou seja, não teve repercussão magnânima na mesma medida da ocasião da prisão. Fica, então, aquela esquisita dúvida de sempre: É mais importante o vexame, o desastre, a miséria alheia?! A justiça, o esclarecimento, a realidade dos fatos não têm tanto peso assim nos subjetivos critérios de noticiabilidade de nós, imprensa brasileira – salvo, é claro, alguns raros casos?!
Parece que a resposta é muito mais obvia do que foi para o Tribunal de Justiça, a pedido do Ministério Público Federal, decidir pela inocência do prefeito camaçariense. Parece, às vezes, que os critérios que dão peso à cobertura jornalística da cena política são as legendas políticas que esse ou aquele veículo de comunicação defende? Parece!
Mas, como dita a máxima popular, “contra fatos não há argumentos”, e o fato é que Luiz Caetano não era culpado, foi preso de forma equivocada, foi justamente acolhido pelo povo do seu município e teve o crédito daqueles que confiam em seu trabalho. O problema é que isto não foi tão divulgado, quanto o episódio de 2007, quando da sua prisão, mas isso é fácil de saber o porquê...
Por Carlos Eduardo Freitas (Jornalista/Colunista CFF)
[[esse post vai arrancar risos dos meus colegas do trabalho...eu sei...eu sei...assim esta d+!!! Não sei porque meu blog não é vermelho e branco com estrelinhas rsrsrrsrsrs]]
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Marcas de batom no banheiro

(imagem google/blog do macario)
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas como sempre, na tarde seguinte, lá estavam às mesmas marcas de batom... Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte às marcas de batom no banheiro reapareceram... No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho! MORAL DA HISTÓRIA: Há professores e há educadores... Comunicar é sempre um desafio! Às vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados!!!
(mensagem recebida via e-mail/JNeto/CFF)
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